Fogo deflagrou, esta terça-feira, muito perto da área urbana de Coimbra e apresentava três frentes ativas, com cerca de três quilómetros cada uma.
A prioridade dos bombeiros que combatem o incêndio que deflagrou na tarde de terça-feira, nos arredores da cidade de Coimbra é a proteção das habitações, disse à agência Lusa o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil.
O fogo que deflagrou às 16h18 em Carvalhosas, na freguesia das Torres do Mondego, muito perto da área urbana de Coimbra, apresenta três frentes ativas, com cerca de três quilómetros cada uma, adiantou Carlos Luís Tavares.
"É um fogo de vento já na área urbana/florestal da cidade de Coimbra e a nossa prioridade é proteger as casas", referiu o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra, salientando que as chamas estão por controlar e a evoluir na direção da localidade de Ceira.
Nas localidades de Carvalhosas e Lagoas existem casas em perigo, mas segundo Carlos Luís Tavares existem meios nos locais para garantir a sua proteção.
Às 18h45, o incêndio estava a ser combatido por 247 operacionais, apoiados por 66 veículos e quatro meios aéreos.
Fonte: Rádio Renascença
“Em nome da Direção, do Comando e, principalmente, dos bombeiros, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Coimbra vem agradecer a todas as doações que recebemos durante o dia de ontem e de hoje.
A luta continua, mas, neste momento difícil, queremos louvar o espírito solidário e de união que verificamos na nossa comunidade.
Devido à grande quantidade de donativos em géneros que recebemos, o que nos enche de orgulho pelo reconhecimento ao nosso trabalho, queremos informar que, devido às limitações de espaço, não conseguimos, por agora, receber mais doações deste tipo (águas, bolachas, barritas etc.).
Agradecemos que fiquem atentos às nossas redes durante os próximos dias, para validarem as reais necessidades, de forma a que não haja nenhum tipo de desperdício”, comunicou a AV Coimbra, na sua página oficial.
Foto: BV Coimbra