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Região de Coimbra

2023/05/11

CM de Coimbra revoltada com instalação de tribunal central em Castelo Branco

Concelho

O presidente da Câmara Municipal (CM) de Coimbra mostrou-se revoltado com a intenção do Governo de instalar o novo Tribunal Central Administrativo e Fiscal (TCAF) do Centro em Castelo Branco, durante o período Antes da Ordem do Dia da Reunião de Câmara de ontem, dia 8 de maio.

“Fomos surpreendidos e ficámos chocados com o rápido anúncio por parte do Governo da intenção de instalação de um novo Tribunal Central Administrativo e Fiscal em Castelo Branco”, afirmou José Manuel Silva. O autarca recordou que o anúncio aconteceu depois de o município ter “forçado uma reunião com a senhora ministra da Justiça” para resolver vários problemas no setor que afetam o concelho e para defender a instalação daquele tribunal na cidade.

 

“O Governo socialista tem prejudicado Coimbra repetida e insistentemente na área da justiça, perante o silêncio cúmplice, que nunca deixaremos que seja esquecido, dos socialistas de Coimbra”, criticou. José Manuel Silva salientou que “Coimbra vai mobilizar-se para lutar por mais investimento na área da justiça e não mais irá deixar-se enganar por meras e requentadas promessas”.

“Estamos revoltados”, asseverou, questionando: “Onde vai o Governo encontrar 16 juízes desembargadores para instalar o novo TCAF em Castelo Branco?”. O presidente da CM de Coimbra vincou que o Município irá “mobilizar-se para lutar por tudo aquilo” que considera ter direito.

 

O atual executivo defende, entre outros assuntos, a construção do há muito aguardado novo Palácio da Justiça, a relocalização do Estabelecimento Prisional de Coimbra e a mudança do Tribunal Constitucional e Supremo Tribunal Administrativo para a cidade.

 

Ainda durante o período antes da ordem do dia, José Manuel Silva recordou os 50 anos de atividade do Hospital dos Covões, aproveitando a efeméride para desafiar o ministro da Saúde a visitar o hospital e a “trazer alguma prenda” para aquela unidade. “As bodas de ouro do Hospital dos Covões, mas sobretudo o SNS [Serviço Nacional de Saúde] e os doentes, merecem essa consideração”, referiu.

 

 

 

O presidente da Câmara de Coimbra mostrou-se evoltado com a intenção do Governo de instalar o novo Tribunal Central Administrativo e Fiscal (TCAF) do Centro em Castelo Branco.

Fomos surpreendidos e ficámos chocados com o rápido anúncio por parte do Governo da intenção de instalação de um novo Tribunal Central Administrativo e Fiscal em Castelo Branco”, afirmou hoje José Manuel Silva, que falava durante o período antes da ordem do dia da reunião do executivo de Coimbra.

O autarca recordou que o anúncio aconteceu depois de o município ter “forçado uma reunião com a senhora ministra da Justiça” para resolver vários problemas no setor que afetam o concelho e para defender a instalação daquele tribunal na cidade.

“O Governo socialista tem prejudicado Coimbra repetida e insistentemente na área da justiça, perante o silêncio cúmplice, que nunca deixaremos que seja esquecido, dos socialistas de Coimbra”, criticou.

José Manuel Silva salientou que “Coimbra vai mobilizar-se para lutar por mais investimento na área da justiça e não mais irá deixar-se enganar por meras e requentadas promessas”.

“Estamos revoltados”, asseverou, questionando: “Onde vai o Governo encontrar 16 juízes desembargadores para instalar o novo TCAF em Castelo Branco?”.

O presidente da Câmara de Coimbra vincou que o município irá “mobilizar-se para lutar por tudo aquilo” que considera ter direito.

O atual executivo defende, entre outros assuntos, a construção do há muito aguardado novo Palácio da Justiça, a relocalização do Estabelecimento Prisional de Coimbra e a mudança do Tribunal Constitucional e Supremo Tribunal Administrativo para a cidade.

Ainda durante o período antes da ordem do dia, José Manuel Silva recordou os 50 anos de atividade do Hospital dos Covões, aproveitando a efeméride para desafiar o ministro da Saúde a visitar o hospital e a “trazer alguma prenda” para aquela unidade.

“As bodas de ouro do Hospital dos Covões, mas sobretudo o SNS [Serviço Nacional de Saúde] e os doentes, merecem essa consideração”, referiu.

 

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