A proposta de dois quilómetros, por dentro da malha urbana, pode custar 2,8 milhões de euros (M€), segundo estimativa dos serviços municipais. Após aprovação de ambos os documentos, segue-se a divulgação e apela-se à participação da população.
O Plano Ciclável de Coimbra prevê a criação de 209 quilómetros de novas ciclovias em continuidade com a rede atual, com 26 quilómetros. “Uma rede que prevê 110 quilómetros de ciclovias estruturantes e 125 quilómetros de vias locais, incluindo as infraestruturas já existentes, planeadas e propostas”, explica o documento. O plano é um guião na definição de intervenções no espaço público, quer sejam elas de origem pública ou privada, e identifica as intervenções consideradas prioridades de investimento pelo município, no âmbito da rede ciclável.
No documento é ainda identificado o estado de “maturação processual” das ciclovias, em Coimbra. Assim, neste momento, em execução está um só projeto, intermunicipal, designado por Ciclovia do Mondego. Há três projetos em estudo prévio: Ligação entre a Solum e o Alto de São João, Ligação entre a Solum e a ciclovia da Avenida Cónego Urbano Duarte e Ciclovia do Leito Periférico Direito. De referir, ainda, que o projeto intermunicipal Ciclovia do Rio Ceira está em fase de estudo do traçado, sendo que todas as restantes ciclovias são, apenas, planos: Ligação Santa Clara/S. Martinho do Bispo, Travessia do Mondego, entre Arnado e Avenida de Conimbriga, Travessia do Mondego, Ponte Rainha Santa Isabel, Prolongamento da ciclovia da Estrada de Eiras até à Adémia e Ciclovia Ponte Açude- Bencanta- Vale do Rosa.