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Região de Coimbra

2022/12/29

NERC apela à administração dos SMTUC que reveja trajeto das linhas

Concelho

A NERC – Associação Empresarial da Região de Coimbra considera que para além do impacto negativo que estão a ter no tecido económico de Coimbra, as obras do Sistema de Mobilidade do Mondego têm provocado constantes condicionamentos ou cortes de trânsito em diversas artérias, com consequências na fluidez da circulação automóvel e pedonal.

A situação é tanto mais preocupante se levarmos em conta que nestes últimos dias, também o acesso aos Hospitais da Universidade de Coimbra e à estação ferroviária de Coimbra-B ficaram seriamente condicionados, prevendo-se fortes constrangimentos à circulação a partir da próxima semana, com o recomeço das atividades letivas, lamenta a NERC.

Consequência disso, também a rede municipal de transportes públicos tem sido afetada pelas diversas frentes de obra em curso, com atrasos e, muitas vezes, supressão de autocarros em determinados percursos

“Se os Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra enfrentam, por si só, graves problemas de rentabilidade e de carência de material circulante que permita assegurar os serviços propostos, as obras do metropolitano ligeiro de superfície tornaram a situação insustentável, prejudicando também os que recorrem diariamente ao transporte público, nomeadamente nas viagens de e para o local de trabalho, frisa a associação liderada por Pina Prata.

A NERC não entende que uma importante infraestrutura de escoamento de trânsito como a Ponte Rainha Santa Isabel não seja potenciada, diminuindo-se assim o tempo de viagem de quem, a título de exemplo, pretende deslocar-se da margem esquerda do rio Mondego para o polo II da Universidade de Coimbra, Vale das Flores ou Solum, locais com grande densidade de serviços e estabelecimentos de ensino.

A NERC apela, pois, à Administração dos SMTUC que reveja, tão rápido quanto possível, o trajeto das linhas mais afetadas pelas obras, para que o serviço prestado à população se mantenha em níveis aceitáveis.

A NERC solicita também à administração da Metro Mondego uma melhor coordenação e articulação das diversas frentes de obra, no sentido de reduzir o impacto negativo destas junto de particulares e empresas.

 

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